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CEARAVOOLIVRE, voo livre parapente e asa delta no norte e nordeste brasileiro.


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Aluísio Gurgel, dois gols na competição ... valeu !!!!!!!

Andradas - Sexta 10/09/2009
Meu último dia, a galera ainda continua até sábado. Condição de boa para ótima. O vento começou forte e foi refrescando. A janela abriu e tentei decolar cedo e sair junto ao primeiro grupo na primeira térmica, não deu e fiquei com uns 20 a 30 pilotos na altura da rampa ralando, muitos pilotos e todos os cearenses. Eu e Guy pensamos em desistir do voo e pousar pois ninguem conseguia achar uma termal pra sair. Fiquei baixo várias vezes, na verdade todo mundo se revesava na roubada e todo mundo tirava fino de todo mundo, foi uma situação muito estressante que durou mais de 25 minutos. Fui pra frente achei uma e fui subindo e derivando, como a deriva era pequena deu pra subir muito antes de cair pra trás da rampa. Soube que Aluísio achou uma primeiro que todos nós e saiu na frente. Coloquei na base meti o pé e vi o André bem na frente. Escolhi um camiinho mais formado e fui tocando . Achei mais duas fortes no caminho e alcancei o André no primeiro pilão, fomos baixo pro pilão pois a deriva já levava a gente pra longe. Forcei em cima da cidade e não deu fiquei depois do primeiro pilão, o André mais a frente e depois o Guy. O Aluísio fez o gol.
O gol do Aluísio foi numa situação bem mais difícil que o primeiro pelotão pois a condição já estava bem fraca, parabéns Aluísio.
Andradas - Quinta 09/09/2009
A previsão não garantia o dia de voo. Chegamos à rampa e a organização adiantou pra mais cedo o início da prova pois havia perigo do tempo fechar, cirrus altos e algumas nuvens, vento muito fraco. Prova definida em 4 pilões os dois primeiros iguais ao da prova anterior. Tentei decolar no início, mas caí sentado ao final da rampa, havia vento, mas não havia sustentação, tinha que ter corrido muuuuuito mais. Todos cearenses decolaram, com um ventinho mais forte tive que correr muito pra entrar em voo. O vento estava fraco e não dava lift, achei uma termal perto da rampa a esquerda de 1 a 3m/s e fui pra base, segundo mais alto no meu grupo. A cordilheira era perpendicular ao vento e o pilão era no final da cordilheira ( à direita da cordilheira - rotor), pilotos voavam a barlavento (lado do lift) e a sotavento ( lado do rotor) !!!! Segui exatamente em cima da cordilheira com um piloto a minha direita e um a minha esquerda. Acompanhei os voos dos dois quando o da direita subia eu jogava pra direita e vice/versa. Como todo o grupo fui ficando baixo ao chegar às antenas, o pilão era a direita da antena (rotor pra quem está baixo). Tentei o lift das antenas mas só afundava, fui pro pilão no rotor mesmo !!!!. Após o pilão todos se jogaram na montanha mas do lado do rotor pois ninguém tinha altura para passar pro lado do lift. Não achei saudável e mandei pra cima da cidade tentando uma bombinha, não rolou e pousei num loteamento junto à cidade, fui pro hotel a pé. Dobrando a vela pude ver um grande número de pilotos pousando no pé da montanha, realmente lá não subia nada também. Sexta promete .. pra mim último dia
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... por João Guy
Andradas - Quarta 08/09/2009
" O dia depoisa de amanhã " ( o filme ) . Três tornados registrados no sul do país. Dia de sono no hotel......
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Andradas - Terça 08/09/2009
Subimos pra rampa e fomos os primeiros .... e únicos, ninguém mais subiu. Prova cancelada, chuva a balde. Céu desabando no sul do país..... socorro!!!!!!
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Andradas - Segunda (feriado) 07/09/2009
Realmente foi um bonito dia de céu azul. Com vento de "noroca" como dizem aqui a decolagem ficou entre duas rampas. A fila é bem menor que ano passado, um número menor de pilotos. Antes da abertura da janela Aluisio tem a infelicidade de verificar que tinha esquecido seus instrumentos no hotel, um azar enorme, lamentamos todos. Decolei depois André e Guy. Muita gente indecisa para decolar, mas havia uma termal na cara da rampa e quando meu grupo começou a enroscar as decolagens foram em massa. Muita gente em termal apertada na cara da rampa, emoções fortes. Tirei para o primeiro pilão, ao chegar me confundi novamente entre dois pilões (perdi tempo e altura - total falta de experiência), fiquei baixo. Passei pelo gavião das antenas que me deu umas bicadas na vela e mandei para um local em forma de concha que bomba tudo, bombou. Voltei para o segundo pilão (perto da rampa ) passei pelo ninho do gavião alto e ouvi a gritaria abaixo de outros pilotos espantando o valente. Fui chegando baixo no segundo e vi Guy e André pousados no segundo pilão .... na distância de 200m do pilão vi que não chegava e engatei numa termal baixinha... voltei pra montanha rodando ... comecei tudo de novo. Vou pro segundo pilão novamente chego mais alto, mas não encontro mais termais. Volto pra montanha me agarrando nos “piriri” e chego baixo e no rotor mas o vento estava muito de direita e não dava lift. Tomei algumas fechadas tentando chegar no mesmo local onde bombava tudo (perto do primeiro pilão) , fiquei perto da cidade.... amanhã tem mais
(veja relato do Aluísio abaixo)
........ fotos por João Guy
Andradas - Domingo 06/09/2009
Primeiro dia de prova e muita expectativa. O dia amanheceu meio nublado com nuvens altas (cirrus), mas todo fechado. Subimos todos e realmente o número de pilotos é bem menor que do ano passado. Diferente do ano anterior foi possível voar antes da prova e muita gente decolou, de nosso grupo o André Soneca decolou e fez um pouso acrobático na rampa. Estes foram os inteligentes, pois o tempo piorou e chuva geral. Prova cancelada e 3 horas esperando o transporte todo mundo cheio de fome (pra quem reclama da organização de eventos no Ceará, esperamos 3 horas na chuva....) . Estou postando pela manhã com céu todo azul ..... uauauauauauaua
........ fotos por Bob Cearavoolivre
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Andradas - Sábado 05/09/2009
Chegamos ao Hotel por volta de 11:30h e o Boni nos esperava, foi o tempo de largar tudo e ir pra rampa. Encontramos Aluísio, André Soneca e Chuy, agora são 5 cearenses. O céu estava montado de cirrus com vento fraco. Muitos merrecaram, esperamos o vento melhorar (10 km/h !!!) e decolamos todos. Difícil ficar pendurado naquele lift fraco mas por incrível que pareça começou a aparecer umas termais de 1 a 1,5 m/s !!! e todo mundo foi se pendurando como podia. Foi uma brincadeira muito boa ficar voando em termais tão fracas, todo mundo se divertiu. Pousamos em um pouso junto à estrada que leva à cidade. Na mesma noite na reunião de briefing ficou claro que este ano o número de pilotos participantes está bem reduzido, uma pena.
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São Paulo - Sexta-feira 04/09/2009
Passamos o dia comprando goiabas no shin-ling. Caminhada de um dia inteiro, presente pra todo mundo e gastei quase toda a grana. Final do dia todo mundo podre de andar. Pra quem vem fazer esse programa descobrimos um hotel perto da rodoviária BBB. Saímos no primeiro ônibus do dia seguinte que por estar cheio foi diretos pra Andradas, menos de 3 horas de viagem.
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Saída Quinta-feira 03/09/2009
Passar a noite meio dormindo meio acordado no avião para na sexta ir pro centro de SP comprar "goiabas" com o Guy, não sei se isso é realmente uma forma de lazer....
A previsão é chegar no sábado pela manhã e fazer aquele voozinho de exploração. Na ano anterior o Flavio disse que estava bem turbulento, mas na competição apesar de bombar tudo estava tranquilo.
A previsão não é muito boa para os primeiros dias, quem acompanha está vendo uma enorme frente fria se paroximando de SP, vamos torcer pra dar voo todos os dias.
Bob Cearavoolivre

Tags: andradas

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Chuy Comentário de Chuy em 13 setembro 2009 às 9:50
É isso ai.
Pena que nao tive muito tempo para ficar junto com voces, afinal, tenho que trabalhar e so me restavam os finais de semana. Ontem tive que trabalhar de manha e cheguei na rampa depois do start, por isso não pude falar com voces. Mas vai aqui o meu abraço e a satisfação de ter encontrado voces por aqui.
Mas foi muito bom ver o povo do ceara voando aqui nas condições que aprendi a voar. Teve alguns dias de chuva, mas deus ajudou e o campeonato terminou com chave de ouro. Como eu esperava, o mestre Aluisio mandou bem nos dois ultimos dias. Tenho certeza que a visita dos amigos por aqui vai aumentar muito a qualidade dos eventos ai do ceará. Acho melhor ja irem preparando a volta no ano que vem e, quem sabe, até uma turma maior. Bem, ca estou eu dividido sem saber se sou um voador do sul ou um voador do nordeste hehehehe, vamos considerar que sou dos dois.
Um grande abraço. Por equanto, fico voando por aqui por mais um mes.
Chuy
Aluisio Gurgel Comentário de Aluisio Gurgel em 12 setembro 2009 às 21:48
Hoje é sábado, dia 12 de setembro de 2009. O dia amanheceu com a cara de Andradas quando Andradas dá um daqueles dias clássicos de vôo. Desde cedo se prenunciava uma condição espetacular. Na kombi em que subimos éramos Luciano “Bafinho” Tcacenco, Marcelo “Cecéu” Prieto, Samuel “Samuka” Nascimento, Claytinho Alvarenga e eu. Ainda rodamos pela cidade procurando André Soneca que fora comprar um presente para a filha Maria Ester. Todos lamentamos que ele não subisse conosco. Conversa boa durante a subida e comentários sobre o dia. Na rampa, a condição se modelava: Andradas clássico mesmo. A prova: “start” na rampa, com raio de 4km, primeiro pilão na cidade de Espírito Santo do Pinhal – a 27km, segundo pilão na fábrica da cidade de Mogi Guaçu – aproximadamente a 60km e gol no trevo da cidade de Holambra, totalizando 80km.
A janela abriu às 11h45 e o “start” foi às 12h20. Desta vez decolei no último grupo do primeiro pelotão. Consegui subir rápido e em pouco tempo estávamos todos colados na base, apenas aguardando a hora da partida. Foi realmente muito bonito ver aquela turma toda saindo junto na direção da cidade de Espírito Santo do Pinhal. Aos poucos fui me atrasando e entendendo como as coisas funcionam em uma competição. Percebi claramente que antes de aprender a voar rápido é necessário aprender a voar com consistência: Clayton Rezende e Marcelo Prieto foram bastante claros quando me disseram que minha tarefa era chegar novamente ao gol. A velocidade vem com o tempo e com a noção de vôo em conjunto. Foi o que fiz, voei calmamente o meu vôo.
Em determinado momento fiquei baixo mas o amigo Vitaly Yanchik, do Cazaquistão, me ajudou a decidir quando, voando no mesmo nível, partiu na direção de um açude onde se desenhava uma termal imensa. Lá, juntamente com o amigo Luiz Miguel Barrera, da Argentina, subimos até a base outra vez. Daí foi navegar na direção do segundo pilão, na fábrica da cidade de Mogi Guaçu. Lá, sabe-se, há uma termal residente que nunca falha e, efetivamente, não falhou. Foi nela que subi e derivei os 20km restantes na direção do Trevo da cidade de Holambra. Um gol calmo e bem feito me devolveu a confiança e a fé no sentido de que tenho andado com cuidado e, acima de tudo, colocando em primeiro plano a segurança. André, Bob e Guy foram e são inesquecíveis. Termino aqui, com o fim da V Andradas International Cup, cheio de saudades e a certeza de que, assim Deus permita, no ano que vem estarei de volta. O tracklog do voo está em www.xcbrasil.org.
Aluisio Gurgel Comentário de Aluisio Gurgel em 11 setembro 2009 às 22:13
A quinta-feira, 10 de setembro, o vôo não foi lá essas coisas, acabei vacilando novamente e não cheguei a fazer um segundo prego em Andradas, mas andei perto. De qualquer forma, pontuei. Tratei de dormir cedo e me preparar para hoje, afinal estava precisando de um vôo decente, que me pusesse em paz comigo. E foi assim mesmo, apesar da decolagem meio "escangalhada", por assim dizer. É que necessitei de alguém me apoiando na selete e puxei numa rajada pesada. Fui suspendido, "assungado", como costumávamos dizer na infância, e ainda ouvi alguém na rampa gritar: "vai, desgraçado!" -- certamente não acreditando que eu havia inflado naquelas condições, após três tentativas frustradas anteriormente.
Pois bem, passado o engodo inicial, todo mundo voando com todo mundo ali na frente, o primeiro grupo sai e a situação clareia um pouco. Foi ai que tive tempo de escapar para a direita e acertar uma mais consistente, na qual comecei a girar. Passei por sobre a rampa e vieram alguns comigo. Logo após a rampa, já no rotor, percebi que eles me abandonaram e resolveram voltar para a cara da rampa, na esperança de agarrar algo melhor. Prossegui sozinho, girando com calma e sem pressa. Cheguei à base da nuvem e a fiz primeira transição. Mais adiante, fui pescando aqui e ali, sempre procurando me manter bem. Bati o primeiro pilão na cidade de Espírito Santo do Pinhal com certo conforto e prossegui. Em determinado momento, escolhi uma linha equivocada e cai. Tentei consertar e cai mais um pouco. Nova tentativa e mais uma queda. Agora estava bem próximo ao chão, na altura do Clube da Cooperativa, quando Deus me mandou uma termal milagrosa, muito parecida com aquelas nas quais pratiquei nas proximidades do Açude de Penedo, ao lado de Maranguape. Em determinado instante parecia estar voando por ali, tamanha era a deriva e a inclinação dela. Mas fui, sabia bem como resolver as coisas naquelas condições. O amigo Vitaly Yanchik, do Cazaquistão, veio por baixo na tentativa de se segurar, mas não conseguiu identificar a deriva ao estilo cearense e caiu logo depois. Permaneci nela e fui até a base outra vez. Agora o vôo tinha tudo para prosseguir legal, na medida em que eu voava junto de John Caballero, num Icepeak 3/Hardoz. A vela sobe muito e tive muito trabalho para chegar perto, até porque ainda estou em sobrepeso -- uns 12kg. Caballero navegava seu Ice3 muito à direita e realmente havia uma linha maravilhosa por ali, mas percebi que da esquerda provinha uma excelente condição e resolvi navegar em um azul para interceptá-la logo a seguir. Agarrado na nova linha tratei de me manter até o segundo pilão, no Trevo da cidade de Mogi Guaçu. Atirei para lá e bati o pilão confortavelmente. O legal foi haver encontrado outra linha no próprio Trevo. Foi bater o pilão e começar a girar novamente. Agora a idéia era encher o tanque para prosseguir no rumo do gol, na cidade de Mogi Mirim.
Tanque cheio, agora era acertar a navegação com cuidado para não vacilar mais, afinal bastaram as duas provas anteriores. Navegaria com o vento de través, da esquerda para a direita, tendo a linha à frente na direção do gol no antigo Aeroclube de Mogi Mirim. Segui uma reta sem inovação nem exageros, sem trimmer nem aceleração, voando sempre no L/D do UP Edge para não experimentar surpresas. A condição arredondou e me encontrou a meio caminho, mantendo a sustentação aqui e ali. O resultado é que cheguei alto no gol de uma tirada só, "com estilo", como comentou Luciano Bender Tcacenco, o "Bafinho". Depois foi receber os parabéns da turma toda e sossegar a alma para o dia de amanhã. Ah, postei o tracklog em www.xcbrasil.org para quem quiser dar uma olhadinha e comentar. Enfim, um vôo decente. Abraço a todos. Valeu mesmo.
Aluisio Gurgel Comentário de Aluisio Gurgel em 9 setembro 2009 às 14:57
´Tá danado... Sabem o voozinho de fim de tarde que esperávamos poder realizar? Podem esquecer. O tempo está mais frio do que nunca, a média oscilando sempre em torno dos 15ºC e a cobertura de nuvens é absoluta. Chuvisca o tempo todo.
Aluisio Gurgel Comentário de Aluisio Gurgel em 9 setembro 2009 às 9:44
Hoje é quarta-feira. Chegamos à metade da V Andradas International Cup. Até agora, somente uma prova válida, cuja influência do vento noroeste soprando relativamente forte ao final acabou por inviabilizar qualquer chegada ao gol. Luciano Bender Tcacenco, o Bafinho, matou-a a poucos quilômetros do gol, cravando 1000 pontos. Ontem, como já disse no comentário anterior, a ventaca permaneceu e o céu virou palco de um espetáculo impressionante de relâmpagos. Esta noite não foi diferente, relampejou e trovejou muito, foi água que não acabava mais. A temperatura caiu bastante e agora pela manhã o céu permanece completamente encoberto. São 9h45 e ninguém vai subir. Mais um dia perdido. Pode ser que Deus permita uma sessão de vôo livre à tarde.
Aluisio Gurgel Comentário de Aluisio Gurgel em 8 setembro 2009 às 15:33
Agora, justamente agora, o céu desaba sobre Andradas. Subimos e nos deparamos com uma ventaca digna do Ceará. Os equipamentos sequer subiram e o dia se mostrou inviável antes mesmo de qualquer definição da organização. Acabamos almoçando juntos, André, Bob, Guy e eu no Clube Rio Branco. Depois o trio foi para uma lan house e eu tratei de ir cortar o cabelo para voar amanhã mais apresentável. Relampeja e troveja muito mesmo.
José Victor Bezerra gurgel Filho Comentário de José Victor Bezerra gurgel Filho em 8 setembro 2009 às 8:30
Bob, posta ai as classificações de vcs. abraços e bons voos..
Aluisio Gurgel Comentário de Aluisio Gurgel em 7 setembro 2009 às 21:35
Um churrasco na noite anterior, debaixo de relâmpagos e trovoadas, regado a cerveja e caipirinha, me deixou combalido o suficiente para acordar meio lesado. O resultado é que somente fui dar conta da falta dos meus eletrônicos na rampa, quando me preparava para programar a prova no GPS. Acabei tendo que descer de carona e, ao retornar, já decorrera mais de meia hora de prova. Daí fui me equipar e fazer tudo com cuidado (a pressa é amicíssima dos acidentes). Faltavam pouco mais de quinze minutos quando fiquei pronto para decolar. O problema era o vento soprando de noroeste, que aqui causa muita inquietação devido aos graves acidentes por causa das zonas de rotor que se criam. Nunca havia decolado dali e, como bom preá, aguardei algum local decolasse que, no caso, foi o Fabinho em um duplo. A merreca estava logo adiante, mas eu corria contra o tempo e inflei. Inflei e fui. Tive alguma dificuldade para entrar na selete, talvez nervosismo mesmo. Mas vacilei feio: fiquei brigando ali na frente quando deveria ter saído pela esquerda na direção da planície de Andradas, onde bomba tudo. A conseqüência é que o chão veio vindo, veio vindo, veio vindo e, quando pensei que não, havia feito meu primeiro prego em Andradas.
José Victor Bezerra gurgel Filho Comentário de José Victor Bezerra gurgel Filho em 3 setembro 2009 às 9:46
Vamo la bobinho... minha torcida é toda de vocês...

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